Serra Quebra CangalhaFazenda Santa Luzia
Na Serra do Quebra Cangalha, a 900 metros de altitude, um cafezal 100% arábico convive com um apiário de abelhas Apis e nativas — e essa vizinhança é o segredo do que colhemos.
Aos 900 metros de altitude em relação ao mar, na Serra do Quebra Cangalha, município de Lagoinha — Vale do Paraíba, está a fazenda Santa Luzia.
Foi neste lugar que nasceu nosso cafezal, de plantas de fruto 100% arábico, conciliado a um apiário de abelhas Apis e nativas. Duas colheitas, uma só terra.
Cereja madura · ponto de colheita
A polinização das abelhas neste consórcio melhora de forma substancial a produtividade e a qualidade dos grãos — traduzindo em sabor e aconchego de um puro café.
Cultivamos IPR 107, Arara e Pérola — arábicas que vão do vermelho vivo ao amarelo reluzente, naturalmente doces e ricas em ácido clorogênico, o composto responsável pelo aroma que desperta as manhãs da serra.
O mel vem do néctar de plantas nativas — Aroeiras, Cambará, Cipó-uva, Alecrim-do-campo — e, em época de florada, do próprio pé de café.
O ácido clorogênico é um composto fenólico e antioxidante encontrado em alta concentração no café verde. É um éster formado pela reação entre o ácido quínico e ácidos hidroxicinâmicos — um dos componentes químicos mais significativos do café, responsável por parte do sabor e da resposta fisiológica de cada xícara.
Durante a torra, o calor degrada progressivamente esse ácido, convertendo-o em ácido quínico e ácido cafeico — o que explica boa parte do amargor e da adstringência das torras mais escuras. Já nas torras mais claras, parte do ácido clorogênico permanece intacto, preservando a complexidade e o aroma da xícara.
Ácido clorogênico intacto, em sua concentração máxima.
Maior degradação — mais ácido quínico e cafeico, mais amargor.
Ácido preservado — mais aroma e complexidade na xícara.
Encostas da serra, curvas de nível e terreiros de secagem — o ciclo do café, do plantio à colheita.






“Um lugar em que apenas os fogões a lenha produzem fumaça, e o tempo passa lentamente.”Fazenda Santa Luzia
Caixas dispostas na borda da mata, onde a floresta oferece néctar o ano todo e o cafezal completa a florada. O resultado é um mel de sabor variado — e um café mais produtivo.



Dois produtos de uma mesma terra, pensados para quem aprecia origem e cuidado no preparo.
Frutos vermelhos e amarelos, colhidos e secados no terreiro da fazenda, com doçura natural e aroma marcado pelo ácido clorogênico.
Produzido por abelhas Apis e nativas a partir do néctar da Mata Atlântica e, na época certa, da florada do próprio cafezal.
Município de Lagoinha, Vale do Paraíba. A fazenda Santa Luzia fica cercada pela Mata Atlântica, num relevo de encostas que molda cada fileira de café e cada caminho até o apiário.
A 900 metros de altitude, aninhada na exuberante Serra do Quebra Cangalha, no município de Lagoinha, coração do Vale do Paraíba, fica a Fazenda Santa Luzia.
Neste paraíso emoldurado pela Mata Atlântica, onde o tempo desacelera e a única fumaça que corta o ar vem dos saudosistas fogões a lenha, nasceu o nosso sonho: cultivar um cafezal 100% Arábica em perfeita harmonia com um apiário de abelhas Apis e espécies nativas.
Sinergia natural
Para as nossas abelhas, a vida é pura fartura. O mel precioso que produzem carrega a alma da floresta, alimentadas pelo néctar de florações nativas como Aroeira, Cambará, Cipó-Uva, Alecrim-do-Campo, entre diversas outras espécies.
No nosso cafezal, cultivamos diferentes variedades de café Arábica — IPR 107, Pérola e Arara — com frutos que vão do vermelho vivo ao amarelo reluzente. O resultado são grãos naturalmente doces e ricos em ácido clorogênico, o composto responsável por aquele aroma inconfundível que desperta e abraça nossas manhãs.
O toque mágico da polinização
Essa união não é por acaso: ao visitarem as flores do café, as abelhas realizam uma polinização natural que eleva substancialmente a produtividade e a qualidade dos grãos. É a própria natureza trabalhando em equipe para entregar mais sabor, doçura e aconchego em cada xícara.
Sinta o verdadeiro gosto do cuidado e da tradição.
Permita-se saborear essa experiência.